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Mulher muçulmana de Michigan defende abertamente o esfaqueamento de judeus. Sim, todos os judeus…

Por Steven Crowder, 4 de Janeiro de 2016

Lyna Allan menosprezou os muçulmanos que alegam que o islã não permite esfaqueamentos, acusando-os de tentarem ser “muftis¹” e disse aos mesmos para “voltarem a assistir as melosas novelas turcas”.

No vídeo intitulado “o esfaqueamento de judeus é permitido?” Ela claramente Usou apenas a palavra “judeus” para descrever os ataques por esfaqueamento, e não a palavra “israelitas”.

Aparentemente equiparando judeus a animais, ela comparou aqueles que acreditam que esfaqueamentos são proibidos pela lei islâmica a “defensores de direitos dos animais”.

Memri² reportou que em 2012 Allan contou no programa “JORDAN’S ROYA TV” que Representou o departamento de estado dos EUA – Iniciativa de parceira do oriente Médio (MEPI). No festival JAMEED na Jordânia, um evento sobre cultura e comida Honrando as mulheres rurais.

Se você estiver interessado em um vídeo que não tenha sido removido do Youtube, deixe-nos sugerir “Hammer Dropped: Ex-Muslim Woman BLASTS Government on Limiting Free Speech” E “Watch This Ex-Muslim Woman Utterly Destroy Islam”.

Semelhantemente à história na semana passada do estuprador migrante na Alemanha, o caso aqui não é tanto sobre o que Lyna Allan diz, mas o fato de que ela se sente estranhamente confortável em dizer isso publicamente à câmera… Sem remorso algum.

Eu sei que nos faz sentir mais seguro em pensar que esse pensamento estreito é Atípico no islã, defendido por apenas minoria ínfima de muçulmanos. Mas não é.

Isto não é incomum. Basta olhar para as leis dos países islâmicos em todo o Mundo, para as estatísticas reflexivas de pontos de vista de muçulmanos contra judeus como um todo e às estatísticas sobre os muçulmanos que apoiam a lei Sharia (que, aliás, não é tão amigável para os judeus).

Vamos ainda assumir por um segundo que apenas vinte por cento dosMuçulmanos sente o mesmo sentimento de allen. Isso ainda é uma população queatinge em números os oito dígitos!

Obviamente, o terrorismo ativo não é a corrente principal do islam. Mas o “islã Moderado” não é tão bom, porque o que esta mulher defende, em contraste com Algumas posições ainda dominantes no mundo islâmico (em países islâmicos) é realmente ainda muito moderado.

N.T.: ¹MUFTIS: ISLÂMICOS ESPECIALISTAS NA LEI MUÇULMANA (CHARIA), CAPAZES DE

INTERPRETAR E EMITIR CONSELHOS SOBRE A MESMA.

² MEMRI: Middle East Media Research Institute (INSTITUTO DE PESQUISA DE MÍDIA DO ORIENTE MÉDIO)